Data: 07-Mar-2018
De: Marcelo A.
Cidade: Ciudad del Este
Assunto: Liturgia

***

Salve María, Profesor.

Un gusto escribirle nuevamente. Espero no ser inoportuno.

Quisiera hacerle unas preguntas que tienen que ver con la liturgia.

1. La reforma del 55 de la Semana Santa, ¿presenta de algún cambio significativo u objetable en los ritos?

He leído algo sobre eso en fuentes sedevacantistas, a los que no hice caso. Pero hace poco he leído que la Fssp -San Pedro- ha conseguido un permiso de la Ecclesia Dei para para rezar la Samana Santa anterior al de 55.

2. ¿Sabe por acaso de qué año data la Missa “Coram Sanctissimo Exposito”, y si es un uso tradicional de la Iglesia?

A simple vista pareciera que en ella los símbolos se superponen.

Mis saludos al Padre Edivaldo y la Profe Ivone. Rezo por todo el trabajo de la Fraternidad San Mauro.

***

Resposta

Muito prezado Marcelo, salve Maria!

Seus e-mails, bem longe de serem inoportunos, são motivos de alegria pois vêm dos amigos que temos no Paraguai.

Não sou um conhecedor das mudanças feitas por Pio XII no Missal em 1955. Sei que foram mudanças na liturgia da Semana Santa.

Naturalmente – como prova fartamente a história recente –, mudanças no Missal constituem um perigoso risco e, quando necessárias, devem ser feitas com sabedoria e cuidado.

Por outro lado, isso não significa que nenhuma mudança possa ser feita. Há aquelas mudanças naturais que com o tempo ocorrem no Missal. Isso sempre foi assim.

É, contudo, muito diferente do que Paulo VI fez em 1969, ou seja, uma liturgia completamente nova e artificialmente fabricada. Isso jamais ocorrera.

Portanto, conhecendo o final da história, compreende-se o risco que as mudanças feitos por Pio XII produziram. Se a Semana Santa podia ser alterada, por que o Missal em si também não poderia ser alterado?

Não quero com isso dizer que devemos voltar a usar o Missal anterior às mudanças de 1955. Esse é outro princípio perigoso. Pois ele traz a ideia – que, aliás, foi o motor do Movimento Litúrgico, avô da Missa Nova – de que quanto mais antiga a liturgia, melhor.

Se aqueles que aderem e defendem o rito chamado extraordinário se dividem em defensores do Missal de 1962 e defensores do Missal pré-1955 sem dúvida teremos um enfraquecimento da defesa da Missa em si.

Sobre a Missa “Coram Sanctissimo Exposito” lamento responder que desconheço o assunto.

Reze por nosso apostolado. E mande lembranças aos amigos de CDE.

Ave Maria Puríssima!

Leave a Reply